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10 de janeiro de 2024

Há uma intensa tentativa de superar práticas sociais que promovem exclusão digital, especialmente afetando indivíduos em países pobres e em desenvolvimento. A implementação de um Programa de Inclusão/Educação Digital como polític

a nacional brasileira busca criar um mundo mais equitativo e menos marcado pela pobreza. Órgãos internacionais relevantes, como UNESCO, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Banco Mundial e Fórum Econômico Internacional, consideram a Inclusão/Educação Digital como o principal impulsionador para envolver trabalhadores de todos os setores, principalmente educadores, no mundo digital, visando a conquista da Cibercidadania.

 

De acordo com um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Brasil tem um índice de letramento digital de 24,4% para habilidades básicas, ficando abaixo da média de 28,12% da América Latina e do Caribe.

A tecnologia e a educação são vistas como soluções para esse problema. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Política Nacional de Educação Digital (PNED), Lei 14.533/2023, são instrumentos legais que buscam introduzir novas práticas de uso e convivência nos espaços digitais, começando pela construção de competências digitais e ferramentas tecnológicas inovadoras.

A Comunidade Europeia (CE) exemplificou isso ao desenvolver o Quadro de Competências Digitais (DigComp) em 2017, para avaliar o nível dos estudantes em cinco áreas de Letramento Digital. No entanto, apesar da BNCC e da PNED terem prescrito a Cultura Digital e tornado o exame de Certificação Digital obrigatório, o Brasil ainda não adotou completamente uma abordagem tecnológica inspirada no DigComp, como faz o Programa de Inclusão/Educação Digital ATESTEME ao realizar uma avaliação das competências digitais de estudantes, professores e profissionais.

 

Esta plataforma oferece acesso fácil e rápido a situações-chave de uso de tecnologias e internet, permitindo que os usuários avaliem seus conhecimentos em várias áreas. A Jornada de Aprendizagem envolve desafios, fornecendo gabaritos e justificativas a cada bloco de três desafios, juntamente com links de sites e vídeos validados pela equipe pedagógica da ATESTEME, para que os usuários possam consultar e aprender habilidades não desenvolvidas. Essa abordagem de inclusão é considerada segura, uma vez que a equipe de profissionais de educação e TI recomenda informações úteis disponíveis na internet, permitindo que os usuários explorem sites e vídeos aprovados por especialistas.

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